terça-feira, 19 de junho de 2018

Dia internacional da Tartaruga marinha

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Ainda na década de 50, o biólogo, ecologista, escritor da natureza e pesquisador das tartarugas marinhas, Archie Carr, deu início a um importante trabalho em Tortuguero, na Costa Rica: o de estudar e compreender o ciclo de vida e comportamento das tartarugas marinhas. No saldo ficou a publicação de 10 livros que difundiram a importância da conservação desses animais marinhos em todo o mundo.


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A data de seu aniversário – ele nasceu em 16 de junho de 1909 – vem sendo celebrada como o Dia Internacional das Tartarugas Marinhas, como homenagem a quem deu os primeiros passos para conservar essas ilustres habitantes do mar.
No Brasil as sementes plantadas pelo trabalho de Carr se refletem em um Projeto também pioneiro e reconhecido internacionalmente pelas ações de conservação marinha - o Projeto TAMAR.

Fruto da união de esforços entre o Centro TAMAR/ICMBio e a Fundação Pró-TAMAR, o Projeto TAMAR tem sido utilizado como modelo para outros países, sobretudo por envolver as comunidades costeiras diretamente no seu trabalho socioambiental, e pela execução conjunta entre governo e sociedade civil organizada.

Para o Coordenador do Centro TAMAR/ICMBio, Joca Thomé, os avanços brasileiros para proteção das tartarugas marinhas são vários, com destaque para o mais recente – que foi a publicação em novembro de 2017 da Portaria Interministerial 74/2017 (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Ministério do Meio Ambiente).

A norma estabeleceu medidas mitigadoras para reduzir a captura incidental, bem como a mortalidade de tartarugas marinhas por embarcações pesqueiras que operam na modalidade espinhel horizontal de superfície. “Um ganho para a proteção maior das cinco espécies que ocorrem no litoral brasileiro”, frisa Joca.

O Centro TAMAR ICMBio é, ainda, o representante brasileiro no Comitê Consultivo da Convenção Interamericana para Conservação das Tartarugas Marinhas, que conta hoje com 17 países signatários, com atuação predominante do Brasil desde 1996. Como são migratórias, as espécies devem ter ações de proteção compartilhadas entre Brasil e outros países.

Tanto que o Comitê atua, tecnicamente, em rede com países do cone sul, compondo a Rede ASO (Atlântico Sul-ocidental) tendo como objetivos a padronização de métodos e o compartilhamento de informações. “Já participamos de dois workshops com países africanos, e os recebemos para capacitação, com o mesmo objetivo de ação transnacional”, explica Joca.

Outra atuação é a consolidação do Plano de Ação para Conservação das Tartarugas Marinhas (PAN Tartarugas Marinhas), coordenado pelo ICMBio e que teve seu segundo ciclo de execução aprovado em 2017.


(Fonte: site ICMBio)

João Pessoa prepara festa junina para receber turistas

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Quem pousar em João Pessoa (PB) nesta semana já vai desembarcar no clima de festa junina que toma conta do Brasil, especialmente do Nordeste, durante o mês de junho. Assim como os arraiais da capital e do interior da Paraíba, o turista já vai entrar no ritmo da sanfona, triângulo e zabumba logo que pôr os pés em solo paraibano.

As boas-vindas aos turistas no Aeroporto Castro Pinto serão de forma animada para celebrar o período de São João. Entre os dias 18 e 21 de junho, os passageiros que desembarcarem no terminal paraibano, no período mais movimentado, das 12 às 16 horas, serão recebidos com uma apresentação de quadrilha junina, formadas por casais matutos, ao som do forró pé de serra. A festa foi organizada pelo Prefeitura de João Pessoa em parceria com a Infraero.

A intervenção cultural faz parte de uma ação local para ampliar a divulgação do destino e promover a cultura regional como atrativo turístico. A ação ocorrerá na área de desembarque e contará com a entrega de informações das atividades juninas em João Pessoa, além de mapas de bolso da capital e material turístico sobre os principais atrativos da capital.


(Fonte: site do Ministério do Turismo)

terça-feira, 12 de junho de 2018

Ararinhas-azuis ganham unidades de conservação

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No Dia Mundial do Meio Ambiente, as ararinhas-azuis, espécie mais ameaçadas de extinção no mundo, ganharam duas unidades de conservação na Bahia. O presidente da República, Michel Temer, assinou dia 5 de junho, à tarde, a criação da Área de Proteção Ambiental (APA) da Ararinha-Azul e o Refúgio de Vida Silvestre (Revis) da Ararinha-Azul e mais a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco-Jauaperi localizada na Amazônia. Com isso, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) passa a cuidar de 335 unidades de conservação no país.
"A criação das unidades (APA e Revis) é um marco para conservação da ararinha-azul, uma das espécies mais ameaçadas de extinção no mundo e que está extinta na natureza. Além disso, aumenta a proteção do bioma da Caatinga, que é o menos representado em unidades, e um dos mais ameaçados", ressaltou a presidente substituta do ICMBio, Silvana Canuto.
O Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul, com área aproximada 29.986 hectares, e da Área de Proteção Ambiental da Ararinha-Azul, com aproximadamente 89.996 hectares, estão localizados nos municípios de Juazeiro e Curaçá, na Bahia. A proposta de criação em conjunto, constituindo um mosaico de unidades de conservação, visa conciliar os objetivos de conservação de remanescentes de caatinga, o único bioma exclusivamente brasileiro, com o programa de reintrodução da Ararinha-Azul na natureza.
Originária da região de Curaçá, na Bahia, a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) teve sua população dizimada, sobretudo devido ao tráfico de animais, e hoje é considerada extinta na natureza. Existem, atualmente, quase 160 exemplares da espécie, todos em cativeiro. Diante desse quadro, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) publicou em 2012 o Plano de Ação Nacional a Conservação da Ararinha-azul (PAN Ararinha-azul), cujos objetivos são o aumento da população manejada em cativeiro e a recuperação do habitat de ocorrência histórica da espécie, visando à sua reintrodução na natureza.

"Esse foi um grande passo. Agora temos como estabelecer o ICMBio na área, uma equipe permanente no local, fiscalização, educação ambiental e projetos de recuperação do habitat na região, além do envolvimento da comunidade. Somado ao investimento no turismo de observação de aves como fonte alternativa de renda para a comunidade local", ressaltou a coordenadora do PAN Ararinha-Azul, Camile Lugarini.
Coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave/ICMBio), o PAN Ararinha-azul teve como desdobramento a criação do Projeto Ararinha na Natureza, iniciativa que conta com a parceria da Vale e de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, como o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e a Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (SAVE Brasil), além de mantenedores da ararinha-azul dentro e fora do país, que trabalham para viabilizar a reprodução da espécie: a Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP), na Alemanha; a Al-Wabra Wildlife Preservation, no Catar; os criadouros Fazenda Cachoeira, Nest e a Fundação Lymington, no Brasil.

Reserva Extrativista Baixo Rio Branco - Jauaperi

A com uma área aproximada de 581.173 hectares, a Resex Juaperi está localizada nos municípios de Rorainópolis e Novo Airão, nos estados de Roraima e Amazonas, e beneficiará mais de 200 famílias. A proposta de criação da Reserva Extrativista Baixo Rio Branco-Jauaperi trata de uma área recoberta pelo bioma amazônico, apresentando grande biodiversidade e alto grau de conservação, e habitada por populações tradicionais, com inestimável valor paisagístico e biológico.
A proposta resulta da iniciativa da comunidade tradicional, e garante o acesso de forma sustentável dos recursos disponíveis na Floresta Amazônica, com o objetivo de destinar esse espaço territorial de relevante interesse ecológico e social à exploração sustentável dos recursos naturais renováveis pelas populações extrativistas que, tradicionalmente, habitam a região. Com a criação da Resex, pretende-se conciliar a proteção ambiental com o desenvolvimento do uso sustentável dos recursos naturais, conservando os modos de vida tradicional das populações tradicionais.
A proposta de criação da Reserva Extrativista do Rio Branco Jauaperi teve início em 2001 com o abaixo assinado dos moradores das comunidades de Xixuaú, Santa Maria Velha, Vila da Cota, Remanso, Itaquera, Floresta e Sumaúma, todas situadas no Estado de Roraima. Naquele momento as sete comunidades eram compostas por aproximadamente 88 famílias e em torno de 380 moradores.
Essa é quarta Resex criada pelo governo federal nos últimos meses. Em abril, foram criadas: as Reservas Extrativistas (Resex) Arapiranga-Tromaí, Baía do Tubarão e Itapetininga. Somando mais de 400 mil hectares, as Resex protegem uma rica biodiversidade, incluindo espécies marinhas, aves ameaçadas de extinção, aves migratórias, áreas de lagos e importantes manguezais. Além disso, as novas reservas beneficiarão mais de 13 mil famílias de pescadores artesanais e agricultores familiares.

Conheça o vídeo da ararinha-azul

(Fonte: site ICMBio)

Festival de inverno de Monte Verde reúne teatro, música, dança e circo

Dicas do DT: Festival de Inverno de Monte Verde reúne teatro, música, dança e circo

A 6ª edição do Festival de Inverno de Monte Verde/Camanducaia, começa no dia 7 de julho terá atrações culturais gratuitas e para toda a família. A proposta é oferecer aos moradores do Sul de Minas Gerais e visitantes, uma extensa programação que inclui shows, concertos, teatro, dança e circo, nos quatro sábados do mês de julho, na vila conhecida como a “Suíça Brasileira”.

O Festival de Inverno de Monte Verde/Camanducaia, por seus seis anos de realização, entrou para o calendário dos mais importantes festivais culturais do Brasil. Seu diferencial são os cortejos ao ar livre, que integram arte e pessoas, ao início dos espetáculos. O evento é uma das atrações da cidade localizada entre as belas paisagens naturais do Estado de Minas Gerais, favorecidas pelo clima frio da região. Na vila de Monte Verde é possível degustar as delícias da culinária mineira, fondues e pratos de origem europeia e ficar hospedado em aconchegantes hotéis e pousadas.

Realizado pela Prefeitura Municipal de Camanducaia, com o patrocínio da Melhoramentos Florestal, através de Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, o Festival de Inverno é gerido pela Associação Trium Brasil e Espaço Ampliar – Assessoria, Projetos e Eventos. O evento conta com o apoio do COMTUR, da ACMV e da AHPMV.

Imigrantes

O prefeito de Camanducaia, Edmar Cassalho Moreira Dias, afirma que a iniciativa visa difundir a cultura e valorizar os artistas locais, com suas produções influenciadas pelos costumes europeus, a cargo dos fundadores de Monte Verde, imigrantes vindos da Letônia. “Monte Verde tem uma grande vitalidade no campo da cultura e do turismo que beneficia a todos os moradores e visitantes”, afirma.

A sexta edição do Festival de Inverno colore toda a charmosa vila, com atrações na Avenida Monte Verde e no Pátio da Galeria Suíça. As tradicionais apresentações que não podem faltar são o Ballet da Associação Beneficente de Monte Verde (ABMV) com danças típicas da Letônia e a Orquestra Melhoramentos Caieras, regida pelo maestro Luiz Crema. As outras atrações do evento vêm dos quatro cantos de Minas Gerais, como o Grupo Maria Cutia de Belo Horizonte e a Cia BrinCanto de Poços de Caldas, com espetáculos que resgatam brincadeiras e canções da cultura regional.

O circo também tem vez com apresentações da Trupe Gaia e da Associação Dramágico de Teatro. Ainda na programação o grupo Poesia Cantante e os tambores do grupo Taiko Ryukyu Koku Matsuri Daiko. 

Serviço

6º Festival de Inverno Monte Verde/Camanducaia

Dias 07, 14, 21 e 28 DE JULHO

Local: Galeria Suíça – Av. Monte Verde, 856

Apresentações gratuitas!

Informações: (35) 3438-1158

www.camanducaia.mg.gov.br

(Fonte: site Diário do Turismo)

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Vai começar o maior São João do mundo !!

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Depois de uma semana de adiamento, Campina Grande, no interior da Paraíba, finalmente dá início nesta sexta-feira (8) ao Maior São João do Mundo. O nome não é um exagero, afinal a expectativa da prefeitura é que 2 milhões de pessoas passem pelo evento no Parque do Povo, repetindo o sucesso desta festa junina que atrai turistas de vários estados e movimenta a economia da cidade e região até o dia 8 de julho.

Novo layout do Parque do Povo e show pirotécnico na abertura são a marca desta edição da festa, realizada no mesmo local há 38 anos. Os atrativos são muitos: o parque abriga uma das maiores atrações do evento, que são os grandes shows com artistas renomados no cenário nacional. Elba Ramalho, Luan Santana, Fagner, Gusttavo Lima, Wesley Safadão e grupos regionais de forró e ritmos diversos vão marcar presença.

Levar uma lembrança da festa não será tarefa difícil. A Vila do Artesão abriga 77 chalés com mostra do mais genuíno artesanato nordestino: couro, barro, madeira, algodão e outras matérias primas se transformam em peças diversas nas mãos dos artesãos. A iniciativa reforça o lado social da festa, pois gera renda para as comunidades que vivem da produção artesanal.

O Maior São João do Mundo também propicia vivências com a cultura nordestina. Dar um pulo no Sítio São João significa voltar ao passado em um cenário cenográfico que relembra um vilarejo rural do século XIX, além de assistir atrações musicais com possibilidade de provar pratos típicos do período junino. Outro atrativo imperdível é o passeio na locomotiva do forró, que assim se apresenta: “Senhores passageiros com destino a Galante… Arrochem seus parceiros, soltem os quadris na batida da zabumba, comecem o sacolejo, porque o trem mais forrozeiro do Brasil vai partir!”

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Tem ainda o Arraiá do Cumpade, “uma imersão arretada na cultura matuta, onde os visitantes são envolvidos de forma sensorial pelo São João”, segundo a organização do evento. É para sentir o ritmo, ouvindo a música junina; aguçar o olfato com as comidas típicas e apreciar os costumes regionais. A festa conta também com eventos paralelos que movimentam Campina Grande e arredores nestes 30 dias de festejos.


Foi essa força cultural que encantou a jornalista Monique Renne, que, no ano passado, participou do Maior São João do Mundo a convite do Ministério do Turismo: “Campina Grande é prova de que grandes festas com a temática junina são rentáveis e podem sim atrair turistas brasileiros e estrangeiros durante um mês inteiro. A cidade consegue aliar com louvor as tradições juninas a grandes espetáculos. Casamento perfeito e cheio de emoções, assim como os casamentos de quadrilhas juninas, que enchem os olhos de emoção e o rosto de sorrisos”.

Oportunidade para quem quiser ir à festa não vai faltar. O São João de Campina Grande se estende até o dia 8 de julho com atrativos cuja fama já extrapolou os limites do município, distante cerca de 140 Km da capital João Pessoa.

(Fonte: site do Ministério do Turismo)

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Turistas refazem "Os passos de Anchieta" no Espírito Santo

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Os Passos de Anchieta é uma trilha de sucesso entre peregrinos que viajam até o Espirito Santo e turistas em busca de natureza e aventura no litoral capixaba. A caminhada se repete quinzenalmente, assim como fazia o padre Anchieta. A mais tradicional reúne mais de três mil peregrinos neste feriadão de Corpus Christi.

De quinta (31) até domingo (3) será realizada a 21ª edição da caminhada oficial. Cada passo é uma nova descoberta para quem revive o caminho percorrido pelo jesuíta. Mais do que uma prática saudável ou que evidencia o fervor religioso, a trilha oferece experiências que reúnem atrativos ecológicos, religiosos, sítios históricos e gastronomia diversificada.

O percurso do primeiro dia sai da Catedral de Vitória e percorre 25 km até a Barra do Jacú, em Vila Velha. Até Setiba, em Guarapari, são 28 km, no segundo dia de peregrinação. No sábado são 24 km até Meaípe, ainda em Guarapari, e no domingo, 23 km até a cidade histórica de Anchieta, onde fica o santuário Nossa Senhora da Assunção, erguido pelo jesuíta em 1597 com ajuda dos índios tupis. A trilha pode ser feita nos dois sentidos. Seguindo a sabedoria indígena, boa parte do trajeto é feito pela praia, nas marés baixas, quando a areia fica solada e facilita a caminhada.

O roteiro reconstitui o trajeto dentro de considerável exatidão histórica e, no sentido inverso, vai da Aldeia de Reritiba (cidade de Anchieta) até a Vila de Nossa Senhora da Vitória (a capital), onde o religioso dirigia o Colégio de São Tiago, atual Palácio Anchieta, sede do governo do Espírito Santo e abrigo simbólico do túmulo de Anchieta. Auxiliado pelos índios temiminós, ele fazia o trajeto de 14 léguas, duas vezes por mês, desde que se recolheu na vila indígena da costa capixaba, onde viveu 10 anos até a morte, em 1597. Ainda no Espírito Santo, além de Reritiba, o padre jesuíta também fundou Guarapari e São Mateus.

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Ao resgatar as pegadas de Anchieta, o turista se depara com as paisagens que inspiravam o andarilho da catequese na colônia, considerado o primeiro apóstolo do Brasil. O viajante se encontra consigo mesmo nas reflexões que a jornada oferece e descobre outros caminhos: o do coração, para quem tem fé; e o do conhecimento, para os que refazem o trajeto pelo valor histórico e o prazer de ir ao encontro da natureza. Seja qual for o motivo, o resultado ao término da trilha dá a gratificante sensação de vitória e um aprendizado sempre útil na simbólica caminhada da vida. 

Anchieta - São José de Anchieta foi proclamado santo em 2014. Nasceu em 1534, em San Cristoban de Laguna, ilha de Tenerife, nas Canárias, arquipélago da costa da África que pertence a Espanha. Aos 14 anos foi para Coimbra, em Portugal, e ingressou na Companhia de Jesus, fundada em 1535 pelo primo, Inácio de Loiola. Anchieta chegou em Salvador, em 1553, aos 19 anos. Depois fundou Niterói (RJ) e o Colégio de Piratininga, que deu origem a São Paulo. Sua ação se estendeu até Pernambuco. Anchieta foi o autor da primeira gramática de tupi-guarani para facilitar o trabalho de evangelização dos índios.

(Fonte: site do Ministério do Turismo)

Paraty tem incremento de 250% na contribuição ao Turismo sustentável






Paraty tem incremento de 250% na Contribuição ao Turismo Sustentável

Um levantamento realizado pelo Paraty Convention & Visitors Bureau (Paraty CVB) mostrou que a contribuição voluntária em prol do turismo sustentável do destino teve um incremento de 250% desde outubro de 2017, quando foi iniciado o projeto ‘Contribuição ao Turismo Sustentável’.

 Atualmente, o valor da contribuição é de R$ 2,00 por quarto e por noite, no caso das pousadas, e R$ 2,00 por mesa, em relação aos restaurantes. A verba arrecadada é utilizada em melhorias na infraestrutura turística, na capacitação da mão-de-obra local, na manutenção sustentável dos recursos ambientais e histórico-culturais, no apoio aos eventos culturais e às ações sociais envolvendo crianças e adolescentes.

Incremento 

Segundo o diretor do Paraty CVB, Hans Neus, o principal motivo para o incremento na arrecadação está na elaboração estratégica do projeto e no trabalho de conscientização dos parceiros e turistas.

“Durante meses promovemos reuniões com todos os associados e empresários ligados ao turismo de Paraty, com o objetivo de mostrar a importância de incentivar a arrecadação voluntária dos nossos visitantes. Os bons números provam que estamos no caminho certo e que Paraty será um destino exemplo de sustentabilidade”, explica.

As pousadas e restaurantes participantes contam materiais informativos, como placas, marcadores de livro e postais, que explicam aos turistas sobre a relevância e os benefícios desta ação.

Novos eventos 

A verba já arrecadada está sendo investida no projeto piloto de recalçamento do Centro Histórico; na capacitação da mão-de-obra em parceria com o Sebrae e com o Galpão Aplauso, que oferece cursos técnicos aos adolescentes; na revitalização dos atrativos turísticos, implementando capacidade de carga e colaborando para o projeto Caminho da Mata Atlântica; no apoio aos festivais do calendário e na captação de novos eventos; além do suporte aos projetos sociais da cidade, como o Paraty Presente, que oferece atividades as crianças e jovens de nove instituições cadastradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, e ao projeto Meu Rumo, que promove ações educacionais com foco nos adolescentes que se afastaram da rotina escolar.

(Fonte: site Diário do Turismo)


FOHB realiza workshop sobre atendimento aos clientes com deficiência



De acordo com o último censo do IBGE, cerca de 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, representando 24% da população do país. Felizmente, graças a uma série de políticas públicas e investimentos privados, as pessoas com deficiência (PCD) deixaram de ser invisíveis para a economia e ganharam maior espaço em escolas, universidades e no mercado de trabalho.

O turismo, em seus múltiplos equipamentos, de companhias aéreas a hotéis, passando por transfers e museus, vem continuamente se adaptando para atender esse segmento com a qualidade exigida. No próximo dia 21 de junho, O FOHB - Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil – realiza, em parceria com a Talento incluir, um treinamento sobre atendimento às pessoas com deficiência.

O objetivo do evento é despertar uma série de reflexões sobre as necessidades desses clientes e ensinar técnicas para melhor atender hóspedes com mobilidade reduzida ou necessidades específicas, impactando positivamente as experiências que essa parcela da população tem nos hotéis.

Para Orlando de Souza, presidente executivo do FOHB, “já trabalhamos na regulamentação da nova Lei Brasileira de Inclusão (LBI) para que os empreendimentos hoteleiros tivessem leis claras para adaptarem adequadamente suas estruturas. Agora é necessário investir mais nas equipes para melhor atender esse público. O FOHB busca promover iniciativas para o constante aprimoramento dos profissionais das redes associadas, e este é um treinamento que visa garantir a excelência de atendimento às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ”

"Nós da Talento Incluir estamos muito felizes com esta parceria com o FOHB, pois vem ao encontro com muitos objetivos que temos em nosso negócio. Preparar a sociedade para as pessoas com deficiência circularem com todo o respeito que precisam e merecem é um dos nossos objetivos. Nós somos clientes frequentes de hotéis pelo Brasil, pois somos 3 consultoras cadeirantes na linha de frente da empresa e que circulam em nossos clientes no dia a dia. Desta forma temos a oportunidade de entender as necessidades de melhoria deste mercado. Temos a expectativas muito positivas para este encontro e estamos preparando um material que instrui e motiva a rede hoteleira para inclusão" afirma Carolina Ignarra, que é a fundadora do Talento Incluir.

O evento é gratuito às redes de hotéis associados ao FOHB. 

(Fonte: site Jornal de Turismo)

Parada LGBT: turismo feito com diversidade

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Neste domingo (3), a capital paulista será palco da 22ª edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), um dos maiores eventos de representatividade desse público no mundo. A Parada já faz parte da agenda turística de São Paulo e vai arrastar multidões para a Avenida Paulista, local de concentração dos participantes. A expectativa é receber 5,5 milhões de pessoas, de acordo com a ONG APOGLBT SP (Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais, e Transgêneros de São Paulo), organizadora do evento.

Além de trazer turistas para a capital, o evento impulsiona a economia de vários setores e a importância do público LGBT no turismo pode ser medido em números. A Parada de 2017 arrecadou R$2,4 milhões para o setor hoteleiro, que chegou a uma taxa de ocupação de 90%. Também no ano passado foram criados mais de três mil empregos diretos e indiretos durante o fim de semana em que ocorreu o evento. Além disso, pesquisa da Organização Mundial do Turismo (OMT) mostra que, para cada 10 turistas no mundo, um é do segmento LGBT e cerca de 15% da movimentação financeira turística mundial é gerada por este grupo.

O Ministério do Turismo tem buscado fortalecer o país como um destino apto para receber os turistas LGBT. Em 21 de maio, o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, e representantes da Embratur assinaram um acordo de cooperação com a Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil para promoção do país como destino gay friendly. “O Brasil precisa avançar nesse sentido e aprimorar ideias que constroem nossa identidade. Temos uma nação diversa, um povo acolhedor e precisamos melhorar nossos destinos para receber este perfil de turista”, explicou Lummertz.

Atender bem o turista LGBT também é uma das preocupações do MTur. Para isso, a Pasta lançou, em 2016, a publicação Dicas para atender bem o turista LGBT. A cartilha, disponível nos formatos impresso e online, traz informações sobre legalidade, noções básicas e dicas de como atender bem o público. Entre os conceitos tratados no guia estão a diferença entre identidade de gênero, sexo biológico e orientação sexual. Em março de 2017, o material foi anunciado como uma das vencedoras do Oscar Gay, concedido pelo Grupo Gay da Bahia (GGB).

PARADA 2018 - Este ano, o tema trabalhado pelos organizadores será “Eleições” e o slogan “Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz”. O assunto foi escolhido no ano eleitoral como uma forma de comunicar à população LGBT sobre a importância de uma escolha consciente nas urnas. “Pela nossa luta já conseguimos alguns direitos, faltam muitos, mas não podemos perder o que já conseguimos simplesmente por ignorância política”, ressalta a presidente da APOGLBT, Claudia Regina.

A concentração para o evento acontecerá às 10h em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp) e contará com 18 trios elétricos. Personalidades famosas, como a madrinha do evento, Fernanda Lima, a apresentadora Drag Queen Tchaka e shows dos cantores Pablo Vittar, Preta Gil, Mulher Pepita, Lia Clark farão parte dos atrativos. O trajeto dos trios será entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação. A Parada LGBT tem apoio do governo do estado e da Prefeitura de São Paulo.

(Fonte: site do Ministério do Turismo)

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Fiocruz, Tv Brasil e ICMBio lançam documentários


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No dia 6 de Junho, no Auditório do Museu da Vida, às 14h, haverá o lançamento da série Parques do Brasil, com apresentação do primeiro episódio que irá ao ar na TV Brasil, no Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). Em seguida, será promovido um bate-papo com os realizadores da série. O projeto é fruto da parceria entre a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), a TV Brasil/EBC e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Parques do Brasil é uma série de TV e Web, a qual visa promover a popularização do conhecimento científico sobre a biodiversidade dos parques nacionais e outras unidades de conservação brasileiras. A produção enfatiza a relação entre o meio ambiente, a saúde e a qualidade de vida das pessoas.

Com belas imagens em alta definição, cada documentário é narrado como um diário de expedição. A série conta ainda com trilha sonora original e inédita, além de desenhos e mapas. O primeiro episódio - sobre o Parque Nacional das Emas - será apresentado na íntegra no evento. Fala sobre a diversidade de espécies, como o veado-campeiro, a anta, o galito, a sucuri-verde, o queixada, a ema, a coruja-buraqueira e várias outras. O programa apresenta a diversidade de ambientes do cerrado, um bioma ainda pouco conhecido, e as ameaças geradas pelo boom do agronegócio.

Nos primeiros episódios da série, o público conhecerá também os Parques Nacionais da Serra da Canastra, da Serra da Bodoquena, das Sempre Vivas, do Descobrimento, do Pau Brasil, da Serra das Lontras, da Chapada Diamantina, do Pantanal Matogrossense, da Serra dos Órgãos, de Itatiaia, da Chapada dos Guimarães e de Boa Nova; as Reservas Biológicas de Sooretama e de Una, e as Estações Ecológicas de Taiamã e da Serra das Araras.

Serviço:
Data: 6 de junho
Local: Auditório do Museu da Vida (Fiocruz) / Campus de Manguinhos

Programação do evento:

14h Apresentação de teaser da série

14h10 – 14h30: Mesa de abertura
- Presidente da Fiocruz - Nísia Trindade Lima
- Diretor da Casa de Oswaldo Cruz - Paulo Elian
- Representante da EBC - Cida Fontes
- Representante do ICMBio - Wajdi Rashad Mishmish

14h30 – 15h: Apresentação do primeiro episódio da série Parques do Brasil (Parque Nacional das Emas)

15h – 15h40: Bate-papo com os realizadores e debate
- Pesquisadora e coordenadora do projeto pela COC/Fiocruz - Luciana Alvarenga
- Diretor, roteirista e coordenador do projeto pela EBC - Carlos Sanches
- Coordenadora do projeto pelo ICMBio - Marcia Muchagata
- Arte - Paula Izzo
- Trilha sonora - Flavia Tygel
- Edição - Carol Rodrigues

15h40 – 16h: Debate e perguntas do público
- Mediadora: Denise Studart

16h – 17h: Coquetel

(Fonte: site do ICMBio)